7º ENCONTRO: 21/08/09 – OFICINA 6: TP5 – UNIDADES 17 e 18
1) Apresentação dos slides com resumo dos assuntos tratados nas unidades 17 e 18:
ESTILÍSTICA:
• Noção de estilo.
• Objetivo da Estilística.
• A estilística do som e da palavra: aliteração, assonância, ritmo, rima, métrica, onomatopéia, metáfora, metonímia, estrangeirismo, arcaísmos, regionalismos, gíria.
• A estilística da frase e da enunciação: frase e discurso direto, indireto e indireto livre.
COERÊNCIA TEXTUAL:
• Continuidade de sentidos.
• A construção de coerência textual.
• As partes do todo.
• Tipos de coerência(Van Dijk e Kintsch,1983): semântica, sintática, estilística e pragmática.
• Fatores de coerência: Elementos lingüísticos, conhecimento de mundo, conhecimento partilhado, inferência, contextualização, situacionalidade, informatividade, focalização, intertextualidade, intencionalidade e aceitabilidade, consistência e relevância.
2) Partilha das experiências das atividades da seção Avançando na Prática.
3) Socialização de textos: Leitura e análise de textos variados sobre os temas abordados nas unidades:
• “Minha inguinorância é pobrema meu!” (Luís Fernando Veríssimo)
• “Gente!!!!!” (E-mail da jovem Carol por ocasião do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 – EUA)
• “Correção ortográfica” (Autoria desconhecida)
• “Nóis mudemos” (Fidêncio Bogo)
• “Da difícil arte de redigir um telegrama” (Jô Soares)
4) Remontagem de um texto redigido por outro autor com coerência.
• Texto: “A corrida para clonar seres humanos” (Robin Marantz Hening)
(O texto foi recortado em tiras pelos parágrafos e os cursistas, a partir da leitura das tiras, tinham que montar o texto, formando um todo coerente).
5) Análise da construção da coerência do texto publicitário sobre FURNAS:
• Articulação entre informações do texto e experiências prévias.
• Relação dos sentidos construídos pela linguagem verbal e não verbal.
• Efeitos de sentido e a unidade textual.
6) Socialização de questões de prova do SAERJ – Sistema de avaliação do Estado do Rio de Janeiro – de acordo com os descritores do SAEB.
7) Avaliação da oficina.
AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:
O encontro do dia 21/08 foi muito bom e produtivo. Primeiramente porque estávamos muito tempo sem nos reunir, pois esse surto de gripe desconectou nossa agenda, e também porque mesmo sem oficina, não deixamos de nos comunicar via e-mail e não deixamos de produzir nem de estudar. Só as atividades do Avançando na Prática é que ficaram para ser aplicadas agora nesta semana, pois os alunos também estavam sem aula.
Conversamos muito sobre Estilística e Coerência, pois esses assuntos foram objeto de nosso estudo nestas unidades do TP5. Enriquecemos nossa reflexão com a leitura dos textos citados na pauta e o que conseguimos de material de outras referências bibliográficas, também estamos trocando, pois assim pensamos que enriquecemos nosso conhecimento sobre os temas abordados pelo programa. Vale a pena ressaltar que estamos nos dando a oportunidade de não somente melhorar nossas aulas, mas estudar assuntos novos e aprofundar nosso conhecimento, pois muitos de nós já concluíram a graduação ou especialização há algum tempo e é sempre bom e necessário procurar conhecer mais e melhor as nuances de nossa área de atuação.
Esse curso também tem aproximado muito o grupo e percebemos um carinho mútuo entre os participantes. Sentimos falta uns dos outros e saudade dos encontros. A jornada é cansativa, mas muito prazerosa.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Nossos cursistas...

Aí está a Márcia Cristina Coelho, professora do 6º ano do CEPM Profª Vera Lúcia P. Coelho. Em sua apresentação, ela destacou "a palavra CORAÇÃO e recomenda que vejamos a AUTO-ESTIMA. Que matéria melhor uma escola poderia ensinar?"
Este é o Jomar Coimbra Cardoso, professor que mora em Saquarema e leciona no CEPM Profª Vera Lúcia P. Coelho, em Silva Jardim, em turmas do 6º ano. Citando Lya Luft em seu trabalho, "Palavras se desgastam feito pedras roladas em fundo de rio. No silêncio escutamos nossos próprios desejos e carências, e os dos outros". É muito bom gestar com Jomar, como ele mesmo diz, "ele é um bom menino!".segunda-feira, 20 de julho de 2009
Oficina 5: Mergulho no texto e produção textual
6º ENCONTRO: 17/07/09 – OFICINA 5 – TP4 – UNIDADES 15 E 16.
1) Discussão sobre o conteúdo tratado nas Unidades 15 e 16.
Mergulho no texto.
Por que e pra que perguntar.
Como chegar à estrutura do texto?
Quando queremos aprender.
A produção textual crenças, teorias e fazeres.
Escrita, crenças e teorias.
O ensino da escrita como prática comunicativa.
A escrita e seu desenvolvimento comunicativo.
2) Leitura e atividades propostas a partir do texto referência: Por que meu aluno não lê?
3) Socialização das experiências vividas com a aplicação das atividades propostas na seção Avançando na Prática.
4) Análise dos descritores que norteiam as questões da Prova Brasil e algumas questões do último exame.
5) Montagem de um painel com cartões contendo palavras chaves sobre o filme Narradores de Javé.
6) Avaliação da oficina.
7) Lição de casa: Ler e preparar atividades do TP5, Unidades 17 e 18.
AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:
Esse encontro foi muito produtivo, pois nesta etapa pudemos socializar nossas maiores angústias, principalmente sobre o fato de nossos alunos não lerem. Discutimos bastante sobre a importância da leitura e da escrita na vida de qualquer pessoa e ponderamos o fato de que precisamos intensificar o processo de letramento de muitos de nossos alunos. Outro aspecto que nos chamou muita atenção foi o abordado pela escritora Lygia Bojunga Nunes a respeito de seus textos escritos durante seu processo de escolarização e as intervenções feitas pela professora em suas produções. Muitos de nós fazemos as mesmas intervenções feitas por aquela professora e algumas achamos que ainda sejam necessárias.
Apresentamos, uns para os outros, amostras de escrita de alguns de nossos alunos e fizemos uma análise conjunta do registro de escrita de alguns deles. Pudemos observar que as dificuldades apresentadas por nossos alunos são muito parecidas e que devemos trabalhar bastante com propostas de atividades escritas como práticas comunicativas sempre contextualizadas.
Nesta oficina também tivemos a oportunidade de analisar a Matriz de Referência de Língua Portuguesa nos seus tópicos e descritores de 4ª série/5º ano e 8ª série/ 9º ano do Ensino Fundamental e algumas questões que caíram no último exame da Prova Brasil. Fiquei de conseguir junto ao NAE (Núcleo de Apoio ao Ensino) uma cópia dessas questões ou mesmo o Caderno do MEC contendo as Matrizes de referência, temas, tópicos e descritores. Segundo informações recebidas no próprio NAE, cada escola havia recebido tais cadernos, mas os professores ainda não tinham tido a oportunidade de analisá-los.
A nossa análise do filme foi maravilhosa, pois fomos montando um painel a partir das impressões que o filme nos deixou à luz das palavras chaves apresentadas. Foi interessante perceber como um mesmo filme desperta impressões diferentes nas pessoas e a montagem desse painel muito acrescentou na nossa análise individual, porque a partir dos cartõezinhos íamos falando sobre a leitura que fizemos do enredo do filme.
EXPOSIÇÃO OUVIR INTERAÇÃO INJUNÇÃO DESFECHO
TEXTO CIENTÍFICO ESCRITA CLÍMAX CONFLITO ARGUMENTO
ALFABETIZAÇÃO FALAR CRENÇAS LINGUAGEM ESCRIVÃO
DESENVOLVIMENTO NARRAÇÃO DEBATE CANAL PREDIÇÃO
DIVERSIDADE MEMÓRIA CÓDIGO TRADUTOR CONTEXTO
VISÃO DE MUNDO REFERENTE FATO DESCRIÇÃO EXPERIÊNCIA
VOCABULÁRIO OPINIÃO LÍNGUA EMISSOR LETRAMENTO
COMUNICAÇÃO DEVERES HUMOR MENSAGEM CIDADANIA
CRESCIMENTO EMISSOR RECEPTOR CULTURA INFERÊNCIA
INCULTURAÇÃO TEMPO AMBIENTE DIREITOS OPORTUNIDADE
LEITURA VEZ E VOZ
1) Discussão sobre o conteúdo tratado nas Unidades 15 e 16.
Mergulho no texto.
Por que e pra que perguntar.
Como chegar à estrutura do texto?
Quando queremos aprender.
A produção textual crenças, teorias e fazeres.
Escrita, crenças e teorias.
O ensino da escrita como prática comunicativa.
A escrita e seu desenvolvimento comunicativo.
2) Leitura e atividades propostas a partir do texto referência: Por que meu aluno não lê?
3) Socialização das experiências vividas com a aplicação das atividades propostas na seção Avançando na Prática.
4) Análise dos descritores que norteiam as questões da Prova Brasil e algumas questões do último exame.
5) Montagem de um painel com cartões contendo palavras chaves sobre o filme Narradores de Javé.
6) Avaliação da oficina.
7) Lição de casa: Ler e preparar atividades do TP5, Unidades 17 e 18.
AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:
Esse encontro foi muito produtivo, pois nesta etapa pudemos socializar nossas maiores angústias, principalmente sobre o fato de nossos alunos não lerem. Discutimos bastante sobre a importância da leitura e da escrita na vida de qualquer pessoa e ponderamos o fato de que precisamos intensificar o processo de letramento de muitos de nossos alunos. Outro aspecto que nos chamou muita atenção foi o abordado pela escritora Lygia Bojunga Nunes a respeito de seus textos escritos durante seu processo de escolarização e as intervenções feitas pela professora em suas produções. Muitos de nós fazemos as mesmas intervenções feitas por aquela professora e algumas achamos que ainda sejam necessárias.
Apresentamos, uns para os outros, amostras de escrita de alguns de nossos alunos e fizemos uma análise conjunta do registro de escrita de alguns deles. Pudemos observar que as dificuldades apresentadas por nossos alunos são muito parecidas e que devemos trabalhar bastante com propostas de atividades escritas como práticas comunicativas sempre contextualizadas.
Nesta oficina também tivemos a oportunidade de analisar a Matriz de Referência de Língua Portuguesa nos seus tópicos e descritores de 4ª série/5º ano e 8ª série/ 9º ano do Ensino Fundamental e algumas questões que caíram no último exame da Prova Brasil. Fiquei de conseguir junto ao NAE (Núcleo de Apoio ao Ensino) uma cópia dessas questões ou mesmo o Caderno do MEC contendo as Matrizes de referência, temas, tópicos e descritores. Segundo informações recebidas no próprio NAE, cada escola havia recebido tais cadernos, mas os professores ainda não tinham tido a oportunidade de analisá-los.
A nossa análise do filme foi maravilhosa, pois fomos montando um painel a partir das impressões que o filme nos deixou à luz das palavras chaves apresentadas. Foi interessante perceber como um mesmo filme desperta impressões diferentes nas pessoas e a montagem desse painel muito acrescentou na nossa análise individual, porque a partir dos cartõezinhos íamos falando sobre a leitura que fizemos do enredo do filme.
EXPOSIÇÃO OUVIR INTERAÇÃO INJUNÇÃO DESFECHO
TEXTO CIENTÍFICO ESCRITA CLÍMAX CONFLITO ARGUMENTO
ALFABETIZAÇÃO FALAR CRENÇAS LINGUAGEM ESCRIVÃO
DESENVOLVIMENTO NARRAÇÃO DEBATE CANAL PREDIÇÃO
DIVERSIDADE MEMÓRIA CÓDIGO TRADUTOR CONTEXTO
VISÃO DE MUNDO REFERENTE FATO DESCRIÇÃO EXPERIÊNCIA
VOCABULÁRIO OPINIÃO LÍNGUA EMISSOR LETRAMENTO
COMUNICAÇÃO DEVERES HUMOR MENSAGEM CIDADANIA
CRESCIMENTO EMISSOR RECEPTOR CULTURA INFERÊNCIA
INCULTURAÇÃO TEMPO AMBIENTE DIREITOS OPORTUNIDADE
LEITURA VEZ E VOZ
domingo, 12 de julho de 2009
Oficina 4: Leitura, escrita e cultura
5º ENCONTRO: 03/07/09 – OFICINA 4 – TP4 – UNIDADES 13 E 14.
1) Sistematização e reflexões sobre letramento e o processo de leitura.
2) Leitura e resolução das questões do texto apresentado na seção Ampliando nossas referências.
Definição de letramento.
Construção de significados e sentidos na leitura.
Como ensinar e aprender a ler e produzir textos.
Relação entre letramento x alfabetização x escolarização.
A importância desses conceitos de letramento e alfabetização para o ensino de leitura e escrita de 5ª a 8ª série.
Mudanças necessárias na prática de sala de aula de Língua Portuguesa.
3) Socialização das experiências vivenciadas a partir das atividades aplicadas da seção Avançando na Prática.
4) Interpretação de texto e formulação de perguntas de interpretação para turmas de 3º e 4º ciclos.
Cidadezinha qualquer – Carlos Drummond de Andrade.
5) Dinâmicas de produção textual:
Descrição de objetos, pessoas, cenas (sorteadas em cartões com nomes ou gravuras) usando linguagem verbal oral e/ou linguagem não verbal (gestos, mímicas, desenhos).
Narração de história (produção escrita) a partir de figuras que deverão entrar no contexto narrado.
CAMINHO = vida
CHAVE = metas
VASO = família
LEÃO = problemas
CACHOEIRA = sexualidade
ANÃO = amizade
MURO = morte
6) Leitura e análise dos textos motivadores:
Não deixe de ler.(Mensagem recebida pela internet, de autor desconhecido, mas que viabiliza reflexão sobre a nossa capacidade de leitura que vai além da pura decodificação de letra a letra).
Artigo de Luis Carlos de Meneses publicado pela Revista Nova Escola (Abril 2009 –p.90):
A língua em todas as disciplinas.
7) Sessão de filme: NARRADORES DE JAVÉ.
8) Lição de casa: Ler e preparar atividades do TP4 – Unidades 15 e 16
AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:
Este encontro foi muito interessante, pois nos divertimos muito com as dinâmicas sobre descrição e narração. Na primeira, distribuí revistas para os cursistas e pedi que cada um escolhesse imagens sugestivas que viabilizassem a produção de uma descrição. Depois de selecionadas, espalhamos as mesmas pela mesa e pedi que eles escolhessem uma das sugeridas pelo grupo para que pudessem descrever oralmente (poderia ser também por escrito) a fim de que os colegas pudessem, através da descrição, indicar que imagem estava sendo descrita. Também trabalhamos com palavras chaves que os cursistas escreveram em cartõezinho e a partir do sorteio desses cartões cada cursista tinha que descrever, através de mímicas ou outros recursos não verbais, a palavra indicada e os colegas deveriam identificar o que estava sendo descrito.
A outra dinâmica já foi através de produção textual de uma narração a partir de palavras MOTES que eu ia falando e dando tempo para que cada um inserisse em seu texto, buscando construir a coerência narrativa. Depois de concluídos os textos, incentivei para que todos lessem a sua produção para os colegas e seguimos com uma análise dos elementos apresentados. Os textos ficaram maravilhosos e nos divertimos bastante também.
Uma das cursistas já havia aplicado a atividade com o texto Cidadezinha Qualquer, de C.D. de Andrade e trocamos idéias sobre outras questões que poderíamos trabalhar com nossos alunos a partir desse poema. Numa série mais adiantada, vimos que é possível relacionar e trabalhar com esse texto mantendo contato com os outros textos apresentados nesse TP e que abordam o mesmo assunto com enfoques discursivos distintos. São eles:
· Cidadezinha qualquer. (pág. 97)
· Nossas cidades. (pág.76-77)
· A cidade (pág. 94)
· Admirável mundo louco (pág.118)
· A expansão da pobreza nas cidades (pág.136-137)
· Camping (pág.132-211)
Quando lemos os textos motivadores, tanto o da Internet quanto o artigo da Revista Nova Escola, pudemos analisar uma série de fatores como por exemplo: o processo de leitura, como ele acontece sem nos darmos conta do mecanismo em si e ainda sobre esta relação que existe, embora muitos ainda não se dêem conta disso, entre o trabalho do professor de língua portuguesa e o dos professores das outras disciplinas e percebemos que, se o trabalho for feito em conjunto, todos somando esforços para desenvolver o letramento de nossos alunos e até o nosso próprio letramento e não somente com o intuito de ensinar conteúdos estanques, a nossa educação, com certeza, melhorará.
Por fim, fizemos uma sessão cinema com direito à pipoca e assistimos ao vídeo Narradores de Javé.
Assim como eu, eles amaram o filme, especialmente porque há muitos pontos de contato com a nossa realidade aqui de Silva Jardim.
Disponibilizei o filme para o cursista que não pôde estar presente nesta oficina, a fim de que ele pudesse assistir em casa e participar melhor da discussão sobre o filme que faremos na próxima oficina.
1) Sistematização e reflexões sobre letramento e o processo de leitura.
2) Leitura e resolução das questões do texto apresentado na seção Ampliando nossas referências.
Definição de letramento.
Construção de significados e sentidos na leitura.
Como ensinar e aprender a ler e produzir textos.
Relação entre letramento x alfabetização x escolarização.
A importância desses conceitos de letramento e alfabetização para o ensino de leitura e escrita de 5ª a 8ª série.
Mudanças necessárias na prática de sala de aula de Língua Portuguesa.
3) Socialização das experiências vivenciadas a partir das atividades aplicadas da seção Avançando na Prática.
4) Interpretação de texto e formulação de perguntas de interpretação para turmas de 3º e 4º ciclos.
Cidadezinha qualquer – Carlos Drummond de Andrade.
5) Dinâmicas de produção textual:
Descrição de objetos, pessoas, cenas (sorteadas em cartões com nomes ou gravuras) usando linguagem verbal oral e/ou linguagem não verbal (gestos, mímicas, desenhos).
Narração de história (produção escrita) a partir de figuras que deverão entrar no contexto narrado.
CAMINHO = vida
CHAVE = metas
VASO = família
LEÃO = problemas
CACHOEIRA = sexualidade
ANÃO = amizade
MURO = morte
6) Leitura e análise dos textos motivadores:
Não deixe de ler.(Mensagem recebida pela internet, de autor desconhecido, mas que viabiliza reflexão sobre a nossa capacidade de leitura que vai além da pura decodificação de letra a letra).
Artigo de Luis Carlos de Meneses publicado pela Revista Nova Escola (Abril 2009 –p.90):
A língua em todas as disciplinas.
7) Sessão de filme: NARRADORES DE JAVÉ.
8) Lição de casa: Ler e preparar atividades do TP4 – Unidades 15 e 16
AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:
Este encontro foi muito interessante, pois nos divertimos muito com as dinâmicas sobre descrição e narração. Na primeira, distribuí revistas para os cursistas e pedi que cada um escolhesse imagens sugestivas que viabilizassem a produção de uma descrição. Depois de selecionadas, espalhamos as mesmas pela mesa e pedi que eles escolhessem uma das sugeridas pelo grupo para que pudessem descrever oralmente (poderia ser também por escrito) a fim de que os colegas pudessem, através da descrição, indicar que imagem estava sendo descrita. Também trabalhamos com palavras chaves que os cursistas escreveram em cartõezinho e a partir do sorteio desses cartões cada cursista tinha que descrever, através de mímicas ou outros recursos não verbais, a palavra indicada e os colegas deveriam identificar o que estava sendo descrito.
A outra dinâmica já foi através de produção textual de uma narração a partir de palavras MOTES que eu ia falando e dando tempo para que cada um inserisse em seu texto, buscando construir a coerência narrativa. Depois de concluídos os textos, incentivei para que todos lessem a sua produção para os colegas e seguimos com uma análise dos elementos apresentados. Os textos ficaram maravilhosos e nos divertimos bastante também.
Uma das cursistas já havia aplicado a atividade com o texto Cidadezinha Qualquer, de C.D. de Andrade e trocamos idéias sobre outras questões que poderíamos trabalhar com nossos alunos a partir desse poema. Numa série mais adiantada, vimos que é possível relacionar e trabalhar com esse texto mantendo contato com os outros textos apresentados nesse TP e que abordam o mesmo assunto com enfoques discursivos distintos. São eles:
· Cidadezinha qualquer. (pág. 97)
· Nossas cidades. (pág.76-77)
· A cidade (pág. 94)
· Admirável mundo louco (pág.118)
· A expansão da pobreza nas cidades (pág.136-137)
· Camping (pág.132-211)
Quando lemos os textos motivadores, tanto o da Internet quanto o artigo da Revista Nova Escola, pudemos analisar uma série de fatores como por exemplo: o processo de leitura, como ele acontece sem nos darmos conta do mecanismo em si e ainda sobre esta relação que existe, embora muitos ainda não se dêem conta disso, entre o trabalho do professor de língua portuguesa e o dos professores das outras disciplinas e percebemos que, se o trabalho for feito em conjunto, todos somando esforços para desenvolver o letramento de nossos alunos e até o nosso próprio letramento e não somente com o intuito de ensinar conteúdos estanques, a nossa educação, com certeza, melhorará.
Por fim, fizemos uma sessão cinema com direito à pipoca e assistimos ao vídeo Narradores de Javé.
Assim como eu, eles amaram o filme, especialmente porque há muitos pontos de contato com a nossa realidade aqui de Silva Jardim.
Disponibilizei o filme para o cursista que não pôde estar presente nesta oficina, a fim de que ele pudesse assistir em casa e participar melhor da discussão sobre o filme que faremos na próxima oficina.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Oficina 3: Tipos textuais
4º ENCONTRO: 19/06/09 – OFICINA 3 – TP3 – UNIDADES 11 E 12.
1) Debate sobre o desenvolvimento dos assuntos e das atividades propostas nas unidades estudadas.
2) Apresentação dos slides com o resumo da parte teórica abordada nas unidades seguida de discussão sobre os assuntos e atividades propostas.
Unidade 11: Tipos textuais.
Unidade 12: A inter-relação entre gêneros e tipos textuais.
3) Análise das sequências tipológicas em textos.
Atividade 5 da Unidade 11: Texto – Fuga (Vidas Secas de Graciliano Ramos)
Atividade 4 da Unidade 12: Texto de Luís Fernando Veríssimo.
4) Análise do texto Composição: O salário mínimo (Jô Soares)
5) Avaliação da oficina.
6) Reflexões para a próxima oficina:
O que é LETRAMENTO?
Como você acha que leitura, escrita e letramento se relacionam?
7) Lição de casa: Ler e preparar atividades do TP4 – Unidades 13 e 14.
AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:
Hoje conversamos bastante sobre seqüências tipológicas e gêneros textuais. Foi engraçado constatar o nosso equívoco ao trabalharmos com textos narrativos, descritivos e dissertativos e limitar nosso trabalho na interpretação muitas vezes através de questões oferecidas pelos livros didáticos e não aprofundarmos a questão dos gêneros e das sequências tipológicas num só texto. Também discutimos sobre as propostas de produção textual, pois elas são apresentadas a nossos alunos de maneira muito estanque, como por exemplo, pedir que o aluno faça como exercício de redação um texto descritivo, ou um texto narrativo, ou ainda um texto dissertativo, como se fosse possível escrever um texto exclusivamente descritivo, narrativo ou dissertativo.
Socializamos também ideias sobre Narração, Descrição e Dissertação apresentadas pelos autores Platão e Fiorin, em sua obra Para entender o texto, unidade 3 – Tipos textuais – páginas 289 a 307 e analisamos as várias propostas de redação apresentadas por esses autores.
Os cursistas e eu comentamos sobre as atividades da seção Avançando na Prática que estamos aplicando com nossos alunos e o retorno que estamos tendo em relação a essas propostas.
Nossas discussões têm sido muito enriquecedoras e nossas oficinas têm sido muito produtivas. Temos amadurecido bastante essas ideias trazidas pelo Gestar e com certeza elas já estão surtindo efeito em nossa prática, porque as habilidades e competências que estamos pretendendo desenvolver em nossos alunos têm sido experimentadas por nós mesmos com nossa leitura, análise e produção textual constante, seja oral ou escrita, para cumprirmos as tarefas do curso, sempre com intencionalidade sociocomunicativa.
A análise do texto de Jô Soares sobre o salário mínimo foi interessantíssima e hilária. Amamos fazê-la.
1) Debate sobre o desenvolvimento dos assuntos e das atividades propostas nas unidades estudadas.
2) Apresentação dos slides com o resumo da parte teórica abordada nas unidades seguida de discussão sobre os assuntos e atividades propostas.
Unidade 11: Tipos textuais.
Unidade 12: A inter-relação entre gêneros e tipos textuais.
3) Análise das sequências tipológicas em textos.
Atividade 5 da Unidade 11: Texto – Fuga (Vidas Secas de Graciliano Ramos)
Atividade 4 da Unidade 12: Texto de Luís Fernando Veríssimo.
4) Análise do texto Composição: O salário mínimo (Jô Soares)
5) Avaliação da oficina.
6) Reflexões para a próxima oficina:
O que é LETRAMENTO?
Como você acha que leitura, escrita e letramento se relacionam?
7) Lição de casa: Ler e preparar atividades do TP4 – Unidades 13 e 14.
AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:
Hoje conversamos bastante sobre seqüências tipológicas e gêneros textuais. Foi engraçado constatar o nosso equívoco ao trabalharmos com textos narrativos, descritivos e dissertativos e limitar nosso trabalho na interpretação muitas vezes através de questões oferecidas pelos livros didáticos e não aprofundarmos a questão dos gêneros e das sequências tipológicas num só texto. Também discutimos sobre as propostas de produção textual, pois elas são apresentadas a nossos alunos de maneira muito estanque, como por exemplo, pedir que o aluno faça como exercício de redação um texto descritivo, ou um texto narrativo, ou ainda um texto dissertativo, como se fosse possível escrever um texto exclusivamente descritivo, narrativo ou dissertativo.
Socializamos também ideias sobre Narração, Descrição e Dissertação apresentadas pelos autores Platão e Fiorin, em sua obra Para entender o texto, unidade 3 – Tipos textuais – páginas 289 a 307 e analisamos as várias propostas de redação apresentadas por esses autores.
Os cursistas e eu comentamos sobre as atividades da seção Avançando na Prática que estamos aplicando com nossos alunos e o retorno que estamos tendo em relação a essas propostas.
Nossas discussões têm sido muito enriquecedoras e nossas oficinas têm sido muito produtivas. Temos amadurecido bastante essas ideias trazidas pelo Gestar e com certeza elas já estão surtindo efeito em nossa prática, porque as habilidades e competências que estamos pretendendo desenvolver em nossos alunos têm sido experimentadas por nós mesmos com nossa leitura, análise e produção textual constante, seja oral ou escrita, para cumprirmos as tarefas do curso, sempre com intencionalidade sociocomunicativa.
A análise do texto de Jô Soares sobre o salário mínimo foi interessantíssima e hilária. Amamos fazê-la.
domingo, 5 de julho de 2009
Oficina 2: Trabalhando com gêneros textuais

3º ENCONTRO: 05/06/09 – OFICINA 2 – TP3 – UNIDADES 9 E 10.
Obs. Como havia falado, devido à falta dos cursistas, repeti as atividades previstas para a oficina anterior, pois só havia desenvolvido as mesmas com a cursista Aldana.
1) Retorno ao vídeo “O Saber e o Sabor” assistido no Laboratório de Informática.
· Análise do conteúdo à luz das anotações feitas pelos cursistas.
2) Leitura e partilha dos textos JARDIM e JARDINS, ambos de Rubem Alves.
3) Socialização da leitura e impressões das unidades 9 e 10 – Gêneros textuais.
· Apresentação de slides com o resumo das questões teóricas abordadas nas unidades.
· Unidade 9: Gêneros textuais.
· Unidade 10: Trabalhando com gêneros textuais.
· Debate sobre essas questões a partir dos resumos vistos nos slides.
4) Relato de experiências com base nas atividades do Avançando na Prática.
5) Proposta de atividades:
Texto 1: Poema tirado de uma notícia de jornal (Manuel Bandeira)
Texto 2: Bom dia (Gilberto Gil e Nana Caymmi)
6) Avaliação da oficina.
7) Reflexão para a próxima oficina: O QUE SERIA LEITURA ATIVA?
8) Lição de casa: Ler e preparar atividades do TP3 – Unidades 11 e 12.
AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:
Como eu não havia aplicado todas as atividades planejadas para a 1ª oficina, tive que fazer novamente uma adaptação. Retornamos ao vídeo, fizemos uma reflexão bem mais detalhada, o que gerou muito ânimo no grupo, pois eles pontuaram os aspectos positivos e negativos das declarações feitas no vídeo. A cursista Márcia é muito crítica e observadora e achei suas colocações muito interessantes. Alguns aspectos abordados na hora do debate foram:
· Os professores que desafiam seus alunos são lembrados para sempre pelos mesmos.
· Há professores que fazem o aluno querer ser professor, pois educa pelo exemplo.
· Reflexão sobre a metáfora usada por Rubem Alves para falar sobre a MEMÓRIA = escorredor de macarrão. Macarrão = o que aprendemos que é útil e dá prazer. ÁGUA QUE ESCORRE = inutilidades que aprendemos.
· Segundo Madalena Freire, “aprender não é natural nem espontâneo...O conteúdo é acidental, o essencial é ser capaz de compreender a situação a ser vivida”.
· O que se espera de um professor que não saiba é que ele queira saber.
· A escola do futuro, como pontuou o Professor Ubiratan, requer “um professor do futuro, aquele ser curioso, que quer saber o que está acontecendo, que busca experimentar o que ainda não conhece, tem espírito crítico e não o conteúdo em si, o conhecimento acumulado...”
· Segundo Mª Amélia Pereira, a escola deve dar espaço para a alegria.
· Saber e sabor têm a mesma raiz etimológica. Saber existe na cabeça, é ter conhecimento da técnica, é saber como funciona. Sabor acontece na boca, na língua, tem a ver com sábio = eu degusto. Saber é técn ica, sabor é gosto, é prazer.
· A escola ensina a teoria, o saber, mas o sabor, o prazer, muitas vezes não tem espaço na escola, o que é uma pena.
· Ser professor é ...gestar...Devemos aprender a estudar e devemos ajudar a acender a fogueira da busca do próprio saber.
· Ser professor não é ser reprodutor de conteúdo congelado nos livros. Esse tipo de professor fica falando sozinho e os alunos não estão nem aí. O bom professor interage com os alunos.
· Fernando Pessoa dizia... “Sinto uma ereção na alma...” O aluno precisa querer transar com o saber.
· Quanto ao futuro...como preparar as crianças de hoje para o amanhã? Como? Quem vai construir o futuro são nossas crianças...Devemos ajudar as pessoas a pensarem sobre a vida. A necessidade faz as pessoas pensarem no que fazer. A inteligência só funciona diante dos desafios.
· Educar não é ensinar respostas...é ensinar a pensar.
Como moramos em Silva Jardim, levei dois textos, também do Rubem Alves que falam sobre a arte de se cultivar jardins, um intitulado como “Jardim” e outro como “Jardins”. A partir de seus textos, pudemos refletir sobre vários aspectos de nosso trabalho pedagógico, do curso Gestar, da proposta de trabalhar a língua portuguesa priorizando a leitura, análise textual e produção de gêneros variados, contemplando variadas seqüências tipológicas etc.
Como eu havia organizado uma apresentação de slides com o resumo do conteúdo teórico contemplado pelas unidades, realizamos a partilha sobre esses conteúdos com o auxílio desse material, mas sempre deixava que eles ressaltassem os pontos que acharam principais nas unidades. Notei nesta etapa que alguns não leram o material, mas os que realizaram as atividades sustentaram bem o debate e a partilha.
Quando entramos na etapa de partilhar as experiências vividas a partir das atividades aplicadas na turma, o Avançando na Prática, percebi que tenho que reforçar essa necessidade de aplicação, pois somente eu e Aldana tínhamos algo a partilhar. E assim foi feito, falamos de nossas experiências, facilidades e dificuldades nossas e de nossos alunos. Reforcei o pedido de que para o próximo encontro eles tragam o relatório solicitado pela Lição de Casa.
Quase no final do encontro, a professora Liane, aquela do 1º segmento, chegou para pegar o seu kit de material e marquei com ela e Luciana, outra professora, uma data para repor as atividades das oficinas já realizadas com os outros cursistas.
OBSERVAÇÃO: Essa reposição aconteceu no dia 12/06/2009, em minha residência, pois o NAE estava fechado devido ao recesso dado pela Prefeitura local após o feriado do dia 11/06.
Fiz apresentação do material e expliquei a dinâmica do curso a partir das informações do Guia Geral.
Como já havia emprestado a elas o vídeo “O Saber e o Sabor”, refletimos brevemente sobre seu conteúdo. Partilhamos idéias sobre os textos já trabalhados: “Gaiolas e asas”, “Jardim” e “Jardins” de Rubem Alves.
Analisamos a produção de alguns textos de alunos de minhas turmas da EJA, feitos a partir de algumas propostas do Avançando na Prática.
Obs. Como havia falado, devido à falta dos cursistas, repeti as atividades previstas para a oficina anterior, pois só havia desenvolvido as mesmas com a cursista Aldana.
1) Retorno ao vídeo “O Saber e o Sabor” assistido no Laboratório de Informática.
· Análise do conteúdo à luz das anotações feitas pelos cursistas.
2) Leitura e partilha dos textos JARDIM e JARDINS, ambos de Rubem Alves.
3) Socialização da leitura e impressões das unidades 9 e 10 – Gêneros textuais.
· Apresentação de slides com o resumo das questões teóricas abordadas nas unidades.
· Unidade 9: Gêneros textuais.
· Unidade 10: Trabalhando com gêneros textuais.
· Debate sobre essas questões a partir dos resumos vistos nos slides.
4) Relato de experiências com base nas atividades do Avançando na Prática.
5) Proposta de atividades:
Texto 1: Poema tirado de uma notícia de jornal (Manuel Bandeira)
Texto 2: Bom dia (Gilberto Gil e Nana Caymmi)
6) Avaliação da oficina.
7) Reflexão para a próxima oficina: O QUE SERIA LEITURA ATIVA?
8) Lição de casa: Ler e preparar atividades do TP3 – Unidades 11 e 12.
AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:
Como eu não havia aplicado todas as atividades planejadas para a 1ª oficina, tive que fazer novamente uma adaptação. Retornamos ao vídeo, fizemos uma reflexão bem mais detalhada, o que gerou muito ânimo no grupo, pois eles pontuaram os aspectos positivos e negativos das declarações feitas no vídeo. A cursista Márcia é muito crítica e observadora e achei suas colocações muito interessantes. Alguns aspectos abordados na hora do debate foram:
· Os professores que desafiam seus alunos são lembrados para sempre pelos mesmos.
· Há professores que fazem o aluno querer ser professor, pois educa pelo exemplo.
· Reflexão sobre a metáfora usada por Rubem Alves para falar sobre a MEMÓRIA = escorredor de macarrão. Macarrão = o que aprendemos que é útil e dá prazer. ÁGUA QUE ESCORRE = inutilidades que aprendemos.
· Segundo Madalena Freire, “aprender não é natural nem espontâneo...O conteúdo é acidental, o essencial é ser capaz de compreender a situação a ser vivida”.
· O que se espera de um professor que não saiba é que ele queira saber.
· A escola do futuro, como pontuou o Professor Ubiratan, requer “um professor do futuro, aquele ser curioso, que quer saber o que está acontecendo, que busca experimentar o que ainda não conhece, tem espírito crítico e não o conteúdo em si, o conhecimento acumulado...”
· Segundo Mª Amélia Pereira, a escola deve dar espaço para a alegria.
· Saber e sabor têm a mesma raiz etimológica. Saber existe na cabeça, é ter conhecimento da técnica, é saber como funciona. Sabor acontece na boca, na língua, tem a ver com sábio = eu degusto. Saber é técn ica, sabor é gosto, é prazer.
· A escola ensina a teoria, o saber, mas o sabor, o prazer, muitas vezes não tem espaço na escola, o que é uma pena.
· Ser professor é ...gestar...Devemos aprender a estudar e devemos ajudar a acender a fogueira da busca do próprio saber.
· Ser professor não é ser reprodutor de conteúdo congelado nos livros. Esse tipo de professor fica falando sozinho e os alunos não estão nem aí. O bom professor interage com os alunos.
· Fernando Pessoa dizia... “Sinto uma ereção na alma...” O aluno precisa querer transar com o saber.
· Quanto ao futuro...como preparar as crianças de hoje para o amanhã? Como? Quem vai construir o futuro são nossas crianças...Devemos ajudar as pessoas a pensarem sobre a vida. A necessidade faz as pessoas pensarem no que fazer. A inteligência só funciona diante dos desafios.
· Educar não é ensinar respostas...é ensinar a pensar.
Como moramos em Silva Jardim, levei dois textos, também do Rubem Alves que falam sobre a arte de se cultivar jardins, um intitulado como “Jardim” e outro como “Jardins”. A partir de seus textos, pudemos refletir sobre vários aspectos de nosso trabalho pedagógico, do curso Gestar, da proposta de trabalhar a língua portuguesa priorizando a leitura, análise textual e produção de gêneros variados, contemplando variadas seqüências tipológicas etc.
Como eu havia organizado uma apresentação de slides com o resumo do conteúdo teórico contemplado pelas unidades, realizamos a partilha sobre esses conteúdos com o auxílio desse material, mas sempre deixava que eles ressaltassem os pontos que acharam principais nas unidades. Notei nesta etapa que alguns não leram o material, mas os que realizaram as atividades sustentaram bem o debate e a partilha.
Quando entramos na etapa de partilhar as experiências vividas a partir das atividades aplicadas na turma, o Avançando na Prática, percebi que tenho que reforçar essa necessidade de aplicação, pois somente eu e Aldana tínhamos algo a partilhar. E assim foi feito, falamos de nossas experiências, facilidades e dificuldades nossas e de nossos alunos. Reforcei o pedido de que para o próximo encontro eles tragam o relatório solicitado pela Lição de Casa.
Quase no final do encontro, a professora Liane, aquela do 1º segmento, chegou para pegar o seu kit de material e marquei com ela e Luciana, outra professora, uma data para repor as atividades das oficinas já realizadas com os outros cursistas.
OBSERVAÇÃO: Essa reposição aconteceu no dia 12/06/2009, em minha residência, pois o NAE estava fechado devido ao recesso dado pela Prefeitura local após o feriado do dia 11/06.
Fiz apresentação do material e expliquei a dinâmica do curso a partir das informações do Guia Geral.
Como já havia emprestado a elas o vídeo “O Saber e o Sabor”, refletimos brevemente sobre seu conteúdo. Partilhamos idéias sobre os textos já trabalhados: “Gaiolas e asas”, “Jardim” e “Jardins” de Rubem Alves.
Analisamos a produção de alguns textos de alunos de minhas turmas da EJA, feitos a partir de algumas propostas do Avançando na Prática.
sábado, 4 de julho de 2009
Oficina 1: Gêneros Textuais
2º ENCONTRO: 22/05/09 – OFICINA 1 – TP3 – UNIDADES 9 E 10.
1) Retorno ao vídeo “O Saber e o Sabor” assistido no Laboratório de Informática.
· Análise do conteúdo à luz das anotações feitas pelos cursistas.
2) Socialização da leitura e impressões das unidades 9 e 10 – Gêneros textuais.
· Apresentação de slides com o resumo das questões teóricas abordadas nas unidades.
· Unidade 9: Gêneros textuais.
· Unidade 10: Trabalhando com gêneros textuais.
· Debate sobre essas questões a partir dos resumos vistos nos slides.
3) Relato de experiências com base nas atividades do Avançando na Prática.
4) Proposta de atividades:
Texto 1: Poema tirado de uma notícia de jornal (Manuel Bandeira)
Texto 2: Bom dia (Gilberto Gil e Nana Caymmi)
5) Avaliação da oficina.
6) Reflexão para a próxima oficina: O QUE SERIA LEITURA ATIVA?
7) Lição de casa: Ler e preparar atividades do TP3 – Unidades 11 e 12.
AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:
(Neste dia aconteceu meu conflito maior, pois somente esteve presente uma cursista, conforme já relatei no último e-mail enviado para a tutora Viviane, mas mesmo assim desenvolvi com ela o que foi possível dentro do que havia planejado)
Assistimos ao vídeo “O saber e o sabor” pelo computador no Laboratório de Informática da escola onde estamos oferecendo o curso e debatemos sobre o seu conteúdo. Aldana, nome desta professora, está muito animada com o curso e suas reflexões sobre sua prática são interessantíssimas. Às vezes olho para ela e percebo seus olhos brilharem com o que está sendo vivido e refletido e a todo o momento ela frisa que está gostando muito dessa oportunidade, que para ela está sendo ímpar, pois quase sempre, o que se oferece em termos de capacitação de professores aqui em Silva Jardim é mais voltado para professores do 1º segmento e ela nunca teve a oportunidade de participar de um curso de formação continuada especificamente oferecido para o professor do 2º segmento dentro de sua área.
Conforme previsto pelo roteiro da Oficina 5, revimos os conceitos básicos expostos nas unidades 9 e 10, que nos fala sobre Gêneros Textuais e partilhei com ela algumas experiências do Avançando na Prática que eu já havia aplicado em minhas turmas da EJA.
Ela, infelizmente, não havia, ainda, aplicado nenhuma atividade do Avançando na Prática naquela ocasião. Fizemos juntas algumas atividades dessas Unidades, mas não apliquei a atividade de planejamento prevista na Oficina, pois queria dar oportunidade para que ela trocasse ideias com os outros três cursistas no próximo encontro que acontecerá dia 05/06, caso eles venham.
1) Retorno ao vídeo “O Saber e o Sabor” assistido no Laboratório de Informática.
· Análise do conteúdo à luz das anotações feitas pelos cursistas.
2) Socialização da leitura e impressões das unidades 9 e 10 – Gêneros textuais.
· Apresentação de slides com o resumo das questões teóricas abordadas nas unidades.
· Unidade 9: Gêneros textuais.
· Unidade 10: Trabalhando com gêneros textuais.
· Debate sobre essas questões a partir dos resumos vistos nos slides.
3) Relato de experiências com base nas atividades do Avançando na Prática.
4) Proposta de atividades:
Texto 1: Poema tirado de uma notícia de jornal (Manuel Bandeira)
Texto 2: Bom dia (Gilberto Gil e Nana Caymmi)
5) Avaliação da oficina.
6) Reflexão para a próxima oficina: O QUE SERIA LEITURA ATIVA?
7) Lição de casa: Ler e preparar atividades do TP3 – Unidades 11 e 12.
AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:
(Neste dia aconteceu meu conflito maior, pois somente esteve presente uma cursista, conforme já relatei no último e-mail enviado para a tutora Viviane, mas mesmo assim desenvolvi com ela o que foi possível dentro do que havia planejado)
Assistimos ao vídeo “O saber e o sabor” pelo computador no Laboratório de Informática da escola onde estamos oferecendo o curso e debatemos sobre o seu conteúdo. Aldana, nome desta professora, está muito animada com o curso e suas reflexões sobre sua prática são interessantíssimas. Às vezes olho para ela e percebo seus olhos brilharem com o que está sendo vivido e refletido e a todo o momento ela frisa que está gostando muito dessa oportunidade, que para ela está sendo ímpar, pois quase sempre, o que se oferece em termos de capacitação de professores aqui em Silva Jardim é mais voltado para professores do 1º segmento e ela nunca teve a oportunidade de participar de um curso de formação continuada especificamente oferecido para o professor do 2º segmento dentro de sua área.
Conforme previsto pelo roteiro da Oficina 5, revimos os conceitos básicos expostos nas unidades 9 e 10, que nos fala sobre Gêneros Textuais e partilhei com ela algumas experiências do Avançando na Prática que eu já havia aplicado em minhas turmas da EJA.
Ela, infelizmente, não havia, ainda, aplicado nenhuma atividade do Avançando na Prática naquela ocasião. Fizemos juntas algumas atividades dessas Unidades, mas não apliquei a atividade de planejamento prevista na Oficina, pois queria dar oportunidade para que ela trocasse ideias com os outros três cursistas no próximo encontro que acontecerá dia 05/06, caso eles venham.
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